Jornal americano avaliou os hinos das seleções participantes e destacou emoção, melodia e força cultural do Brasil.
Tabela do ranking dos hinos da Copa segundo o New York Times
| Posição | País |
|---|---|
| 1º | Brasil |
| 2º | França |
| 3º | Portugal |
| 4º | Colômbia |
| 5º | Escócia |
| 6º | Equador |
| 7º | Argentina |
| 8º | Egito |
| 9º | Uruguai |
| 10º | Bósnia e Herzegovina |
O Hino Nacional Brasileiro foi eleito pelo jornal norte-americano The New York Times como o mais bonito entre as seleções participantes da Copa do Mundo de 2026. A publicação analisou letra, composição musical, impacto emocional e a forma como cada nação interpreta seu hino em eventos esportivos antes de divulgar o ranking final.
Na avaliação do periódico, o Brasil conquistou a primeira posição por reunir elementos que transformam a execução do hino em um espetáculo singular. O jornal destacou a imponência da melodia, a construção poética da letra e, principalmente, a tradição da torcida brasileira de continuar cantando mesmo após o encerramento da execução instrumental oficial — algo que se tornou uma marca registrada da Seleção Brasileira.
Segundo a análise, poucos países conseguem transmitir tanta emoção coletiva quanto o Brasil. O ranking colocou Argentina em segundo lugar, seguida por França, México e Itália, completando o top 5 das canções consideradas mais marcantes da competição.
A repercussão do reconhecimento foi imediata nas redes sociais. Torcedores celebraram a posição do Brasil, ressaltando que o hino representa muito mais do que uma canção patriótica: trata-se de um símbolo de identidade nacional, orgulho e união, especialmente em grandes competições internacionais.
O Hino Nacional Brasileiro possui música de Francisco Manuel da Silva e letra de Joaquim Osório Duque-Estrada. A composição foi oficializada em 1922, durante as comemorações do centenário da Independência do Brasil. Desde então, tornou-se um dos maiores símbolos cívicos do país.
Especialistas em música apontam que a complexidade harmônica e a grandiosidade orquestral ajudam a explicar o destaque internacional da obra. Nos gramados, sua execução frequentemente emociona atletas e torcedores, reforçando a conexão entre futebol, patriotismo e cultura brasileira.
A escolha do New York Times reforça o prestígio internacional do hino brasileiro e evidencia como a música continua sendo um dos elementos mais poderosos da representação nacional no esporte mundial.