Levantamento mostra precipitações em todas as regiões do estado, com destaque para a Grande Natal e municípios do interior potiguar.
Parnamirim liderou o ranking estadual de chuvas nas últimas 24 horas, com 50,3 milímetros registrados pela Emparn. O boletim também aponta precipitações em municípios das regiões Leste, Central, Agreste e Oeste do Rio Grande do Norte.
O Rio Grande do Norte registrou acumulados de chuva em todas as regiões do estado nas últimas 24 horas, conforme boletim pluviométrico divulgado pela Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte (Emparn). O maior volume foi registrado em Parnamirim, na Base Física da Emparn, onde o pluviômetro marcou 50,3 milímetros entre as 7h de domingo (5) e as 7h de segunda-feira (6), o maior índice do período em todo o estado.
Na região Leste, Ceará-Mirim apareceu em seguida com 35 milímetros. Também foram registrados acumulados em Montanhas (9,5 mm), Goianinha (4,8 mm), Taipu (4,8 mm), além de precipitações em Macaíba, Tibau do Sul, Pureza, São Gonçalo do Amarante e Natal, confirmando a atuação das chuvas sobre a faixa litorânea e a Região Metropolitana.
Na região Central Potiguar, o maior volume foi observado em Guamaré, no posto Lagoa Doce, com 27,5 milímetros. Em seguida aparecem Macau (8,9 mm) e Jardim de Angicos (5,8 mm). O boletim ainda aponta chuvas em Caiçara do Norte (1,2 mm), Lagoa Nova (1,22 mm) e Afonso Bezerra (0,4 mm).
No Agreste Potiguar, Bom Jesus liderou os registros, acumulando 10,4 milímetros. Também houve precipitações em Nova Cruz (8,6 mm), Santo Antônio (7,8 mm), Santa Maria (6,6 mm) e Bento Fernandes (5 mm), além de outros municípios que registraram volumes menores durante o período analisado.
Já na região Oeste, o maior acumulado foi registrado em Luís Gomes, com 6,6 milímetros. Antônio Martins (2,7 mm), Assú (1,3 mm), Ipanguaçu e Tibau (0,2 mm cada) também tiveram chuva. Na maior parte das estações monitoradas no Oeste, entretanto, não houve precipitação significativa nas últimas 24 horas.
Os dados divulgados pela Emparn são coletados por uma rede de 294 estações meteorológicas ativas, composta por pluviômetros manuais, equipamentos automáticos e plataformas de coleta distribuídas por todo o Rio Grande do Norte. O monitoramento diário subsidia ações dos setores de agricultura, recursos hídricos, Defesa Civil e demais órgãos públicos, além de fornecer informações importantes para a população sobre o comportamento das chuvas em cada região do estado.