Luis Elizondo, ex-diretor do Programa Avançado de Identificação de Ameaças Aeroespaciais (AATIP) do Pentágono, expressou preocupações sobre a possibilidade de tecnologias de origem não humana serem utilizadas por grupos terroristas. Em audiência na Câmara dos Representantes dos EUA, Elizondo confirmou que o governo americano conduziu programas secretos para recuperar e estudar objetos voadores não identificados (UAPs), com foco na engenharia reversa dessas tecnologias.
Segundo Elizondo, tanto os Estados Unidos quanto nações adversárias possuem artefatos de origem extraterrestre. Ele alertou para uma possível corrida armamentista secreta, financiada por recursos públicos e sem supervisão adequada.
O ex-oficial também mencionou que funcionários do governo foram feridos por UAPs, resultando em aposentadorias por invalidez . Ele enfatizou que essas tecnologias avançadas estão monitorando instalações militares sensíveis ao redor do mundo, representando uma ameaça à segurança nacional.
Elizondo destacou que, se essas tecnologias forem de origem inimiga, isso representaria uma falha de inteligência de proporções catastróficas, comparável ou superior aos eventos de 11 de setembro.
As revelações de Elizondo reacenderam debates sobre a necessidade de maior transparência do governo dos EUA em relação aos UAPs. Legisladores expressaram preocupações com a frequência de avistamentos em áreas militares e questionaram os elevados gastos com defesa diante de uma compreensão incompleta do que ocorre no espaço aéreo.
O ex-oficial também relatou experiências pessoais com fenômenos inexplicáveis, incluindo a presença de orbes verdes brilhantes em sua residência . Ele reforçou a importância de o público estar informado sobre essas ocorrências e os potenciais riscos associados.
As declarações de Elizondo, corroboradas por outros especialistas, como o contra-almirante da Marinha dos EUA Tim Gallaudet, indicam que o debate sobre UAPs e suas implicações para a segurança global está longe de ser encerrado .
