O ex-presidente Jair Bolsonaro completou uma semana de internação hospitalar em Brasília sem previsão de alta, segundo informações divulgadas por boletins médicos recentes. Ele foi internado após apresentar sintomas graves, como febre alta, queda na oxigenação e calafrios, sendo diagnosticado com broncopneumonia bacteriana bilateral.
Desde então, Bolsonaro vem sendo tratado com antibióticos intravenosos e suporte clínico intensivo. O quadro exigiu permanência inicial em unidade de terapia intensiva (UTI), com acompanhamento constante da equipe médica. Apesar da gravidade inicial, os boletins indicam estabilidade clínica, ainda que o estado de saúde demande atenção contínua.
Nos últimos dias, houve sinais de melhora, incluindo recuperação parcial de funções orgânicas e redução de marcadores inflamatórios. Essa evolução permitiu a transferência para uma unidade semi-intensiva, embora os médicos ressaltem que não há prazo definido para alta hospitalar.
A internação ocorre em meio a um histórico de saúde delicado, agravado por complicações decorrentes da facada sofrida em 2018, além de outras intervenções cirúrgicas ao longo dos últimos anos. Especialistas apontam que esse histórico pode aumentar a vulnerabilidade a infecções respiratórias mais severas.
Familiares têm acompanhado o ex-presidente durante o período de internação, enquanto aliados políticos seguem atentos à evolução do quadro. Até o momento, a equipe médica mantém cautela e reforça que a recuperação depende da resposta ao tratamento, sem estimativa oficial para alta.