Trump aprova presença militar massiva: EUA mobilizam mais de 10 mil soldados e equipamentos de elite na Venezuela

Foto: Getty Images

Com respaldo direto de Donald Trump, os Estados Unidos mobilizaram aproximadamente 10 mil tropas para uma operação naval e aérea na região do Caribe próximo à Venezuela, envolvendo desde bombardeiros B-52 até helicópteros de elite e destroyers armados.

De acordo com dados oficiais, três bombardeiros B-52 sobrevoaram a costa venezuelana em águas internacionais numa manobra estratégica, enquanto a marinha americana posicionou fragatas guiadas e submarinos nucleares para reforçar o dispositivo naval.

Essa demonstração de força se insere na política de combate ao narcotráfico promovida pela Casa Branca. Desde setembro, ao menos cinco embarcações suspeitas de transportar drogas foram alvo de ataques aéreos — com um saldo oficial de 27 mortes.

Trump confirmou ter autorizado operações sigilosas da CIA dentro do território venezuelano, afirmando que o objetivo é enfrentar redes criminosas transnacionais. Ao mesmo tempo, analistas políticos e jurídicos debatem a legalidade internacional dessas ações, questionando se os Estados Unidos estão infringindo a soberania venezuelana.

Caracas reagiu com veemência: além de pedir ao Conselho de Segurança da ONU que condene os ataques como ilegais, o governo venezuelano denunciou que as manobras equivalem a uma tentativa de desestabilização. A mobilização militar também foi intensificada em solo venezuelano, com Maduro ordenando reforços nas unidades costeiras e convocando suas milícias.

Com essa ofensiva multifacetada, os EUA demonstram disposição em converter a guerra ao narcotráfico em uma estratégia regional de poder — explorando meios convencionais e encobertos para pressionar o regime de Nicolás Maduro e redes criminosas associadas.

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