Em um confronto cada vez mais intenso, o governo israelense ratificou promessas de desencadear um ataque aéreo com força de “furacão poderoso” sobre Gaza. A estratégia, anunciada como uma advertência final ao Hamas, visa compelir o grupo a libertar todos os reféns e se render de forma incondicional. A intensificação dos bombardeios acontece em meio a um impasse diplomático, com o Hamas ainda avaliando a mais recente proposta de cessar-fogo formulada pelos Estados Unidos, apontada como sua “última chance”.
Relatos de Gaza indicam que a ofensiva já atinge áreas urbanas densamente povoadas, com explosões devastadoras e destruição visível em prédios e veículos militares. As consequências humanitárias são alarmantes, com hospitais fechando e milhões de civis deslocados sem acesso a segurança ou suprimentos essenciais.
As autoridades israelenses reforçam que esta é sua “última advertência” ao Hamas: liberte os reféns e depõe as armas, ou Gaza será “destruída” sob uma ofensiva fulminante. Primeiramente destacada por Israel em um post no X, a frase “A mighty hurricane will hit the skies of Gaza City today, and the roofs of the terror towers will shake” foi usada para ilustrar o tom de urgência e severidade do anúncio.
Enquanto isso, o fluxo de civis evacuando Gaza City aumenta, intensificando ainda mais a crise humanitária que se desenrola. Agências internacionais denunciam que a combinação de ataques aéreos, colapso de infraestrutura e escassez de recursos como água e alimentos está criando uma situação catastrófica na região.