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21 de janeiro de 2026
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Emocionante: cápsula do tempo enterrada pela princesa Diana é aberta em hospital infantil

Foo: Bettmann/ via Getty Images

Em um gesto carregado de simbolismo e afeto, uma cápsula do tempo selada pela princesa Diana em 1991 foi desenterrada e aberta neste mês no Hospital Great Ormond Street, em Londres, durante obras de construção do novo Centro Infantil de Câncer. O objeto, uma caixa de madeira revestida de chumbo, foi originalmente sepultado como parte da cerimônia da pedra fundamental do edifício Variety Club, em uma iniciativa que refletia a presença marcante da princesa como patrona da instituição desde 1989.

Selecionados por dois jovens vencedores de um concurso promovido pelo programa britânico Blue Peter, os objetos armazenados na cápsula foram escolhidos para representar a vida e a cultura dos anos 1990. Entre eles encontram-se o CD Rhythm of Love, da australiana Kylie Minogue; uma calculadora solar; uma TV portátil; um holograma de floco de neve; moedas britânicas; sementes de árvores; passaporte europeu; uma folha de papel reciclado; uma foto da própria princesa; e uma edição do jornal The Times do dia da cerimônia.

Embora a cápsula tenha sofrido danos causados pela umidade, a maioria dos itens permaneceu bem preservada e legível. Arquivistas do hospital já iniciaram os procedimentos de restauro, em especial para as cartas e papel reciclado afetados pela água. O momento da abertura foi descrito como “profundamente comovente” por Jason Dawson, executivo responsável pelo projeto, que destacou a forte conexão emocional com a geração que selou a cápsula há mais de 30 anos.

O episódio remete ainda a uma solenidade semelhante ocorrida em 1872, protagonizada pela então princesa Alexandra, que enterrou outra cápsula na mesma instituição – porém essa nunca foi encontrada. Para celebrar a continuidade desse legado inspirador, o hospital já anunciou a intenção de enterrar uma nova cápsula do tempo como parte da futura ala oncológica infantil.

A descoberta reacende a memória da princesa Diana não apenas como ícone de empatia e visibilidade humanitária, mas também como alguém que valorizava legados e pequenas celebrações simbólicas. Seu envolvimento ativo na escolha dos objetos — ao lado das crianças — reforça sua imagem duradoura como “princesa do povo”. O momento histórico, carregado de ternura e nostalgia, destaca como pequenos objetos do passado podem ecoar histórias e sentimentos de gerações, conectando passado e futuro de forma emocionante.

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