A Argentina vive nesta terça-feira (6) um dos momentos mais simbólicos de sua história recente. Lionel Messi faz sua despedida oficial da seleção em amistoso contra Benin, no Estádio Monumental, em Buenos Aires. Aos 39 anos, o craque encerra uma trajetória de mais de duas décadas com a camisa albiceleste.

A saída do camisa 10 representa muito mais do que a aposentadoria de um jogador. Messi deixa uma equipe que conquistou a Copa do Mundo de 2022, duas Copas América e a Finalíssima, além de estabelecer recordes históricos pela seleção. Ao todo, foram 207 partidas e 125 gols.

Agora, a pergunta inevitável é: o que será da Argentina sem Messi? A seleção terá de encontrar novos líderes, definir quem vestirá a histórica camisa 10 e construir uma identidade capaz de manter o alto nível competitivo.

Outro ponto de interrogação está no comando técnico. Lionel Scaloni tem contrato até o fim de 2026 e já demonstrou dúvidas sobre sua continuidade após o vice-campeonato mundial diante da Espanha. Uma eventual saída do treinador poderia ampliar ainda mais a transformação da equipe.

O desafio argentino será transformar o fim da era Messi no começo de um novo ciclo. A geração campeã deixou um legado enorme, mas a próxima missão será provar que a Argentina continua forte mesmo sem seu maior símbolo.