28 de novembro de 2025
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Papa Francisco enfrentou estado tão crítico que quase levou médicos a desistirem e deixá-lo morrer

Foto: Vatican Media/­Handout via REUTERS

Durante sua internação por pneumonia dupla, os médicos do Papa Francisco consideraram interromper o tratamento devido ao alto risco de danos aos órgãos, mas decidiram prosseguir.

A situação era tão grave em 28 de fevereiro que a equipe médica, coordenada pelo Dr. Sergio Alfieri no Hospital Gemelli, temia pela sobrevivência do pontífice. Decisões cruciais sobre seus cuidados foram delegadas a Massimiliano Strappetti, assistente pessoal de saúde, que insistiu para que os médicos fizessem tudo o possível. Apesar de momentos em que a sobrevivência parecia improvável, a condição do Papa melhorou gradualmente. Sua fé e determinação foram apontadas como fatores que contribuíram para sua recuperação.

Após 37 dias de hospitalização, Francisco recebeu alta e retornou à Casa Santa Marta, no Vaticano, para continuar sua convalescença. Durante sua internação, enfrentou episódios críticos de insuficiência respiratória, mas respondeu positivamente aos tratamentos farmacológicos e ao suporte de oxigênio. Embora tenha deixado o hospital, os médicos recomendaram pelo menos dois meses de repouso para uma recuperação completa. Durante sua ausência, compromissos como o Ângelus dominical foram assumidos pelo cardeal José Tolentino de Mendonça. ​

A saúde do Papa Francisco, de 88 anos, gerou preocupações devido à sua idade avançada e às repetidas crises respiratórias. No entanto, sua recente aparição pública, mesmo em uma cadeira de rodas, foi vista como um sinal de sua resiliência e compromisso com os fiéis. Espera-se que, após o período de recuperação, ele retome gradualmente suas atividades, embora os médicos enfatizem a necessidade de cautela e monitoramento contínuo. ​

Durante sua hospitalização, o Papa manteve-se consciente e não precisou ser intubado, apesar de ter enfrentado dois episódios críticos. Sua melhora na última semana foi significativa, e há expectativas de que possa retomar suas atividades em breve. O Vaticano afirmou que Francisco não planeja renunciar, apesar das preocupações sobre sua saúde.

A recuperação do Papa Francisco continua sendo acompanhada de perto, com a comunidade católica mundial oferecendo orações e apoio. Sua determinação e fé têm sido fontes de inspiração para muitos, e sua saúde permanece uma prioridade para a Igreja.

Postado por James Freitas

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